"Entre as dúvidas do que sou e onde quero chegar Um ponto preto quebra-me a solidão do olhar Será que existe em mim um passaporte para sonhar E a fúria de viver é mesmo fúria de acabar"

quinta-feira, agosto 31, 2006

AI,AI...
Não tenho muito para dizer... também se estivesse não estaria aqui. (não me perguntem do que é que eu estou a falar, porque eu é que não sei e, provavelmente, nunca saberei...)
Vou só deixar uma fotozinha de um desenho que fiz...
Ah, posso acrescentar que a minha irmã voltou do Interrail (sim, não me digam nada! EU SEI!!: que sorte!) (a dela...de ter ido) (nã a minha, de ela ter voltado). E também posso acrescentar que ela voltou com o térere, que lhe fiz, intacto... o que me agradou... É claro que os souvenires que ela me trouxe também me agradaram muito! Muitão, aliás. De qualquer forma, nunca lhe vou perdoar por ela ter ido a Viena...


A primeira imagem foi eu que desenhei. É o meu buda que está em cima da minha mesa de cabeceira. Foi desenha e pintado com café e lápis de aguarela preto e vermelho.

A segunda foi uma imagem LINDONA que encontrei por acaso na net. Não sei de quem é e sei que é injusto não dizê-lo. Mas quero que fique bem claro que NÃO FOI EU QUE DESENHEI. [é lindo, mas eu não sou assim tão boa, AHAH!].

Fim.

2 comentários:

Anónimo disse...

Aliás basicamente, após uma leitura diagonal dos teus posts, tenho a concluir que os teus dotes literários resplandescem de veracidade, de realidade, tal como um ser/existir in loco. Parece que existem uma adequação inequívoca das palavras à tua voz, à tua fonètica, à tua maneira de estar, ao teu estado de espírito. Ao ler os teus textos parece msm que um indivíduo te está ouvir a falar, daquela maneira tão típica que se conhece

Anónimo disse...

Ah, e as imagens tb tão originais